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Deus tem um PLANO e VOCÊ está nele!

Resolução Matinal e Voto

Minha Resolução Matinal 

Meu Primeiro Pensamento Desejo que Seja:

“Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor [para em graça ser ajudado]. Pagarei os meus votos ao Altíssimo.” — Salmos 116:12-14

Lembrando-me do chamado Divino, “Congregai os meus santos, aqueles que fizeram comigo um pacto por meio de sacrifícios” (Salmos 50:5), estou resolvido, com a ajuda e a graça do Senhor, na condição de um dos santos de Deus, a cumprir hoje meus votos, continuando o trabalho de sacrificar a carne e seus interesses, para que eu possa alcançar a herança Celestial qual co-herdeiro junto a meu redentor.

Esforçar-me-ei para ser simples e sincero com todos.

Procurarei não agradar e honrar a mim mesmo, mas ao Senhor.

Terei o cuidado de honrar ao Senhor com meus lábios, que minhas palavras sejam untuosas e abençoadas para todos.

Procurarei ser fiel ao Senhor, à Verdade, aos irmãos e a todos com quem lido, não só nos grandes assuntos, mas também nas pequenas coisas da vida.

Confiando-me ao cuidado Divino e ao controle Providencial de todos os meus interesses para meu bem-estar maior, procurarei não só ser puro de coração, mas também repelir toda a ansiedade, todo o descontentamento, todo o desânimo.

Não farei críticas nem reclamações sobre o que a providência do Senhor permitir, porque

“Com fé podemos confiar Nele,
Aconteça o que acontecer.”

 

Um Voto ao Senhor

Pai nosso que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome. Que Teu governo venha a meu coração cada vez mais, e Tua vontade seja feita em meu corpo mortal. Contando com a ajuda de Tua prometida graça para socorro em todo tempo de necessidade, por meio de Jesus Cristo nosso Senhor, registro este Voto.

Diariamente me lembrarei no Trono da Graça Celestial dos interesses gerais da obra da colheita e, particularmente, da parcela que eu mesmo tenho o privilégio de desfrutar nesse trabalho, bem como os queridos co-trabalhadores em toda a parte.

Faço voto de controlar, se possível com mais cuidado ainda, meus pensamentos, palavras e ações, com a intenção de estar mais bem habilitado a servir a Ti e a Teu querido rebanho.

A Ti faço o voto de estar alerta para resistir a tudo que se assemelhe ao Espiritismo e Ocultismo, e, lembrando-me que existem apenas dois amos, resistirei a tais armadilhas com todos os meios razoáveis, como causadas pelo adversário.

Faço o voto adicional, com as exceções abaixo, de que em todos os momentos e em todos os lugares, meu comportamento para com os do sexo oposto em privado será exatamente como me comportaria com essas pessoas em público — na presença de uma congregação do povo do Senhor.

E, na medida do razoavelmente possível, evitarei ficar a sós no mesmo quarto com qualquer pessoa do sexo oposto, a menos que a porta do quarto esteja bem aberta.

Exceções no caso dos Irmãos — esposa, filhos, mãe e irmãs carnais; no caso das Irmãs — marido, filhos, pai e irmãos carnais.

O Plano Divino das Eras

Escrito por Charles Taze Russell, “O Plano Divino das Eras” é um clássico da literatura cristã que enriquecerá a sua fé no Criador e aumentará seu conhecimento acerca do grande Plano que envolve cada homem, mulher e criança que já nasceu. Sim, Deus tem um PLANO e VOCÊ está nele!

Baixe gratuitamente aqui um exemplar em PDF.

Maná Celestial de 4 de julho

Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?  Isaías 53:1

O CHAMADO da igreja na era atual é para deixar a luz brilhar e assim atrair a perseguição, bem como suportar a perseguição pela causa da justiça, ser treinado corretamente por ela na paciência, bondade fraternal, piedade e amor — para com os perseguidores e todos os homens. Assim, que todos os que veem a luz da glória de Deus brilhando na face de Jesus Cristo, nosso Senhor, sejam fiéis ao chamado, ao serviço e às condições estabelecidas pelo Pai. Que todos possamos dar atenção a esse ministério (serviço) que recebemos sem desfalecermos; sem ficarmos desanimados, quer nos escutem, quer nos ignorem, quer pensem mal de nós, quer falem mal de nós; devemos nos lembrar que nossa prestação de contas no fim de nossa tribulação será feita diretamente ao próprio Senhor, quando Ele estiver reunindo Suas jóias. Z. 1899-10, 11 R2415:3, 6

AS ESCRITURAS CLARAMENTE NOS ENSINAM

QUE A IGREJA É “O TEMPLO DO DEUS VIVO” — de modo peculiar “feitura sua”, e que sua construção tem estado em progresso ao longo da Era Evangélica — desde que Cristo tornou-se o Redentor do mundo e a pedra angular desse templo, por meio do qual, quando concluído, virão as bênçãos de Deus a “todos os povos” e obterão acesso a Ele. — 1 Cor. 3:16, 17; Efé. 2:20-22; Gên. 28:14; Gál. 3:29

QUE POR ENQUANTO O FORJAMENTO, MOLDAGEM E REFINAMENTO dos crentes consagrados na redenção em Cristo por nossos pecados está em progresso. Assim, quando o último de tais “pedras vivas”, “eleitas e preciosas” estiver pronto, o Grande Mestre reunirá a todos na primeira ressurreição; e desse modo, o templo se encherá com sua glória, e será o lugar de reunião entre Deus e os homens durante do Milênio. — Apo. 15:5-8

QUE O FUNDAMENTO DA ESPERANÇA DA IGREJA e do mundo está no fato de que “Jesus Cristo, pela graça de Deus, provou a morte por todos”, “em resgate por todos” e será “a luz verdadeira, que ilumina a todo homem que vem ao mundo”, “a seu devido tempo.” — Heb. 2:9; João 1:9; 1 Tim. 2:5, 6

QUE A ESPERANÇA DA IGREJA é que ela seja como seu Senhor, “pois assim como Ele é, o veremos”, que venha a tornar-se “participante da natureza divina” e que compartilhe da sua glória como seus coerdeiros. — 1 João 3:2; João 17:24; Rom. 8:17; 2 Pedro 1:4

QUE A PRESENTE MISSÃO DA IGREJA é o aperfeiçoamento dos santos para a futura obra de serviço; o desenvolver em si mesma cada graça; ser testemunha de Deus ao mundo; e preparar-se para ser os reis e sacerdotes da próxima era. — Efé. 4:12; Mat. 24:14; Apo. 1:6; 20:6

QUE A ESPERANÇA DO MUNDO baseia-se nas bênçãos do conhecimento e nas oportunidades que o futuro reino de Cristo trará para todos — a restituição, pelas mãos de Cristo e Sua Igreja, de tudo o que foi perdido por Adão, beneficiando a todos os de boa vontade e obedientes — quando todos os deliberadamente iníquos serão destruídos. — Atos 3:19-23; Isa. 35

Perguntas frequentes sobre os Estudantes da Bíblia — Parte 1

  • Os Estudantes da Bíblia atuais são uma continuação do movimento religioso fundado pelo Irmão Russell na década de 1870 ou são algo novo, formado por ex-Testemunhas de Jeová?
  • Como é a estrutura organizacional dos Estudantes da Bíblia?
  • Quais são as publicações que os Estudantes da Bíblia estudam? Só coisas antigas, da época do Irmão Russell?
  • Por que usam a cruz coroada e símbolos egípcios? Não seria isso paganismo?

Estas e outras perguntas interessantes são abordadas na primeira parte deste vídeo:

O que são as “ofertas aceitáveis”?

O que são as “ofertas aceitáveis”? Seu tempo? Dinheiro? Boa conduta? Ou outra coisa muito mais significativa?

Acompanhe nossa consideração desse assunto, e se surpreenda com a resposta!

Leia, na íntegra, o artigo considerado:

Ofertas aceitáveis

Versículo-chave: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”
— Romanos 12:1

Versículos selecionados:
Levítico 22:17-25, 31-33

NO VERSÍCULO-CHAVE de hoje, descobrimos qual é a base de nosso relacionamento com Deus. Nos capítulos anteriores de sua carta aos Romanos, o apóstolo Paulo havia definido o relacionamento que existia entre Deus e Israel debaixo do Pacto da Lei. Ele disse que eles tinham “zelo de Deus, mas não com entendimento”. (Rom. 10:2) Paulo também explicou que “o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. (v. 4) Depois ele também declarou que Deus não havia rejeitado Israel eternamente, mas, visto que ofereciam resistência aos seus mandamentos, agora os gentios teriam a permissão de participar “da raiz e da seiva” do favor de Deus. Paulo disse que esses foram enxertados na “oliveira” que era Israel porque aqueles ‘ramos haviam sido quebrados’. — Rom. 11:17-21

Os que são “enxertados” na oliveira são os membros consagrados do corpo de Cristo — os verdadeiros crentes. Eles aceitaram o convite de nosso Versículo-chave, com base na plena fé no sangue de Jesus qual único meio de salvação. Paulo depois esclarece que a Era do Evangelho, na qual vivemos hoje, é “um dia de salvação” para os que aceitam o convite para o sacrifício. (2 Cor. 6:2, Emphatic Diaglott) Um outro dia de salvação está reservado para Israel e o mundo após a classe da Igreja estiver completa. — Rom. 11:25, 26

Precisamos compreender que o convite para o sacrifício deve ser considerado um privilégio, e não uma obrigação ou um mandamento. Paulo enfatiza o fato de que nosso sacrifício deve ser santo para ser aceitável a Deus. Nas Escrituras selecionadas de Levítico, vimos que Israel foi instruído a fazer ofertas sadias e sem defeito, e isso ilustrava que a justiça de Deus requer perfeição para o perdão de pecados. Observamos esse mesmo princípio demonstrado nas ofertas de Caim e Abel, registradas na Bíblia. Ao passo que ambos ofereceram o melhor que tinham, apenas a oferta de Abel foi aceita porque incluía o derramamento de sangue. Somente sua oferta era uma representação apropriada do que Deus intencionava. O mesmo princípio se encontra na instituição da festividade da Páscoa registrada em Êxodo 12:3-14.

A palavra “sacrifício” em nosso Versículo-chave é a tradução da palavra grega “thusia” cuja raiz significa “abater”, ou um animal abatido. Assim como os animais, Paulo explica que nascemos com corpos naturais, físicos. (1 Cor. 15:44-47) Se nos consagrarmos plenamente e aceitarmos a Jesus como resgate, nosso corpo terrestre não nos pertencerá, mas terá sido comprado por um preço. (1 Cor. 6:19, 20) Se desejarmos viver e reinar com Cristo no céu, devemos seguir seu exemplo em abrir mão da vida terrestre com todos os direitos e privilégios prometidos ao mundo da humanidade no vindouro reino de Deus na Terra. Somente o sacrifício de Jesus podia equilibrar os pratos da balança da justiça com relação ao resgate. (1 Cor. 15:21, 22) Contudo, fomos convidados a entregar nossas vidas por sermos “sepultados com ele pelo batismo na morte” com a promessa de que, se formos fiéis, seremos levantados “na semelhança da sua … ressurreição”. — Rom. 6:3-5

Observamos que esse convite para oferecer nossos corpos quais sacrifícios vivos é feito de acordo com padrões altos e nobres. Não é feito por meio de qualquer artifício enganador, mas sim por um apelo à razão. Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lucas 9:23) Se seu sacrifício for fielmente consumado, participaremos da natureza divina. — 2 Ped. 1:4


Ferir ou curar com palavras?

​O que fazer quando somos agredidos verbalmente? Quando sofremos bullying virtual? É claro que ficamos muito tristes com isso, e muito indignados, talvez até justificadamente irados. Mas pare e pense. O que disse Jesus?

“Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem.” (Mateus 5:44)

Essa questão é tão importante que nossa posição quais cristãos verdadeiros, aceitos e justificados por Deus depende de não nutrirmos o ódio por nosso semelhante.

“Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” (1 João 4:8)

Nao adianta pregarmos o amor em nossas redes sociais e cultivarmos o ódio no coração. Deus vê todas as coisas. Você que diz amar o próximo e a Jesus, mas que insulta o próximo, corre este risco:

“Mas eu lhes digo que qualquer um que ficar com raiva do seu irmão será julgado. Quem disser ao seu irmão: “Você não vale nada” será julgado pelo tribunal. E quem chamar o seu irmão de idiota estará em perigo de ir para o fogo do inferno.” (Mateus 5:22, NTLH)

Sim, você que chama seu irmão de impropérios (nomes feios, palavrões) poderá ser destruído eternamente no fogo simbólico da Geena!

Portanto, todos vocês que de algum modo já ofenderam alguém (E quem é que nunca ofendeu?), peçam desculpas! O mesmo pode ser feito se você “pagou o mal com o mal”, isto é, devolveu insultos de outros com seus próprios insultos. 

Não importa de qual lado você esteja, ofensor inicial ou ofensor secundário, faça as pazes com o próximo e com o Pai Celestial e venha a conhecê-Lo de verdade! 

Lembre-se do inspirado conselho apostólico:

“Vede que ninguém pague a outro mal por mal. Antes, procurai sempre praticar o bem entre vós e para com todos.” (1 Tes. 5:15)

Se seu pedido sincero de desculpas não surtir efeito, paciência. Nem Jesus conseguiu agradar a todos. Pelo menos você fez a coisa certa. Pare de responder às agressões. Deixe a coisa esfriar, morrer. Afaste-se do agressor, como Jesus muitas vezes fez literalmente na vida real:

Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou. (João 8:59)

Mas se sua atitude pacífica der certo, melhor ainda. Você ganhou seu irmão! Usou suas palavras para curar! 

Acima de tudo, e em ambos os casos, estará glorificando a Deus com seus lábios e suas ações.

Amém!

Depoimentos de Estudantes da Bíblia da Época do Irmão Russell

Conheça os Estudantes da Bíblia originais, nesse vídeo legendado em português!

J. F. Rutherford os chamou na época de “Escravo Infiel”. As pessoas que nesse vídeo dão seu testemunho fazem parte dos 75% dos Estudantes da Bíblia que abandonaram a Sociedade Torre de Vigia porque não apoiaram o golpe de Rutherford para assumir o controle da organização. Em resultado disso, ele as rotulou de “Escravo Infiel”. Sabemos que as Testemunhas de Jeová mudaram a doutrina de quem é o “escravo fiel”. Mas será que essas pessoas do vídeo parecem cristãos falsos, infiéis, ou são, em vez disso, cristãos verdadeiros e cheios de zelo e do Espírito de Cristo? O que você acha?

O que há em seu jardim? Ervas daninhas ou flores?

Um jardim trancado é minha irmã, [minha] noiva, um jardim trancado, manancial selado.  — Cântico de Salomão 4:12.

Um jardim geralmente tem uma grande variedade de flores, plantas, arbustos e árvores. Todos eles precisam de pelo menos quatro coisas para prosperar: solo bom, fertilizantes, água e sol. Um jardineiro precisa de uma série de ferramentas para cuidar de um jardim. Mas o que dizer das ervas daninhas! Quer queiramos ou não, todos os jardins têm algumas ervas daninhas. Essas coisinhas indesejadas crescem rapidamente e parecem surgir durante a noite! Se não forem mantidas sob controle, as ervas daninhas acabarão por destruir o jardim. A maior planta daninha do mundo é a Heracleum mantegazzianum. Ela pode atingir sete metros de altura e produzir folhas de 1,5 metros. Cuidar de um jardim exige muito tempo, energia e dinheiro.

O Jardim Original
Considere o Jardim do Éden cheio de belas flores, plantas e árvores que davam frutos deliciosos. Só podemos imaginar a sua beleza a partir de visitas aos grandes jardins botânicos de hoje. Veja como ele é descrito em Gênesis: “Mas uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo. Além disso, Jeová Deus plantou um jardim no Éden, do lado do oriente, e ali pôs o homem que havia formado. Jeová Deus fez assim brotar do solo toda árvore de aspecto desejável e boa para alimento, e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau.” (Gênesis 2:6, 8, 9)

Nesse jardim havia o bdélio (versículo 12), uma goma aromática como o bálsamo, que emanava de uma árvore específica. Assim, o jardim possuía um cheiro perfumado e agradava a todos os sentidos.

“E Jeová Deus passou a tomar o homem e a estabelecê-lo no jardim do Éden, para que o cultivasse e tomasse conta dele. E Jeová Deus deu também esta ordem ao homem: “De toda árvore do jardim podes comer à vontade. Mas, quanto à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, não deves comer dela, porque no dia em que dela comeres, positivamente morrerás.” (Gênesis 2:15-17) Assim, Adão tornou-se o jardineiro do Éden.

Esse jardim era um ambiente perfeito, um cenário perfeito, para uma criação perfeita. Ele, portanto, representa o que Deus tem em reserva para todo o mundo no Reino. Depois que Adão comeu do fruto proibido, foi-lhe dito: “Porque escutaste a voz de tua esposa e foste comer da árvore a respeito da qual te ordenei, dizendo: ‘Não deves comer dela’, maldito é o solo por tua causa. Em dor comerás dos seus produtos todos os dias da tua vida. E ele fará brotar para ti espinhos e abrolhos, e terás de comer a vegetação do campo … Com isso, Jeová Deus o pôs para fora do jardim do Éden para lavrar o solo de que tinha sido tomado.” (Gênesis 3:17, 18, 23)

Por não estarem acostumados a uma “terra amaldiçoada”, Adão deve ter ficado surpreso com o quanto era difícil controlar os elementos imperfeitos, como as ervas daninhas e os cardos que podem destruir um jardim. Adão descobriu que exigia trabalho duro para lavrar a terra. Sempre que ele trabalhava em seu jardim, ele deve ter desejado possuir o que haviam perdido, ou seja, um belo jardim, onde usufruíam da doce comunhão com o Pai Celestial.

Os mesmos pensamentos vêm à nossa mente quando cometemos erros. Ah, se pudéssemos voltar no tempo e corrigir os erros que cometemos! Nós sabemos, mas raramente apreciamos o fato de que, nossos erros, por mais dolorosos que sejam, são permitidos para o nosso aprendizado e desenvolvimento.

Não podemos deixar que as ervas daninhas cresçam
Se deixarmos as ervas daninhas, os espinhos e os cardos se multiplicarem sem restrições, logo, logo tomarão conta de tudo, drenando os nutrientes do solo. As suas raízes crescem cada vez mais, tornando difícil retirá-las. Se deixamos essas ervas daninhas sozinhas, elas podem sufocar as plantas desejáveis. Suas raízes podem ficar tão emaranhadas com as de outras plantas, que as plantas “boas” podem ser destruídas quando as ervas daninhas são eventualmente removidas.

Considere a parábola do joio e do trigo. O joio é uma erva venenosa que se parece com o trigo. Conforme vão ficando maduros, o joio fica ereto, mas o trigo se curva devido ao peso de seus grãos. Em Mateus 13:24-30, notamos que o joio causou um grande mal. Nessa parábola, os servos perguntam ao dono da casa se eles devem separar o joio do trigo. Mas ele disse: “Não; para que não aconteça que, ao reunirdes o joio, desarraigueis também com ele o trigo.” ( Mateus 13:29) Anteriormente, Jesus havia contado a parábola de um semeador e da semente que cai em vários tipos de solo: “Outras sementes caíram entre os espinhos, e eles cresceram e sufocaram-na.” (Mateus 13:7, NET Bible)

A destruição que as ervas daninhas causam a longo prazo foi apropriadamente descrita por Salomão: “Passei pelo campo do preguiçoso e pelo vinhedo do homem falto de coração. E eis que todo ele produzia ervas daninhas. Urtigas cobriam-lhe a própria superfície, e seu próprio muro de pedra tinha sido derrubado.” (Provérbios 24:30, 31) E no Novo Testamento: “A terra que produz espinhos e abrolhos é inútil e está em perigo de ser amaldiçoada. No final, será queimada.” (Hebreus 6:8)

Assim, em algumas parábolas nosso Senhor descreveu como as ervas daninhas podem ser devastadoras. É evidente que as ervas daninhas representam o pecado e seus efeitos. Às vezes, o pecado parece surgir durante a noite e, se não for erradicado imediatamente, ele começa a se espalhar. Se não for controlado, ele toma conta de tudo. Temos de lidar com as ervas daninhas da nossa carne todos os dias, as ervas daninhas comuns do mundo, e a semeadura de ervas daninhas pelo adversário. Se não controlarmos essas ervas daninhas, elas assumirão o controle sobre nós!

As ervas daninhas também podem representar nossas falhas, nossos maus hábitos. Se fizermos as mesmas coisas ruins vez após vez, e tentarmos racionalizar, dizendo: “Eu sou assim mesmo”, as coisas só vão piorar até que finalmente tomemos alguma ação deliberada para erradicar o problema. Ou seja, isso significa alterar o modo como conduzimos nossas vidas.

Flores ou plantas especiais
Se você tivesse uma flor ou planta preferida, você não iria escondê-la. Você a colocaria no melhor ponto, onde outros pudessem ver e apreciar sua beleza, e você faria o que fosse preciso para que ela crescesse e produzisse mais flores ou frutas.

Mas o que você faria com uma erva daninha favorita? Tal coisa não existe. A palavra “favorito” significa algo preferido, favorecido ou desejado. Quando vemos ervas daninhas que crescem em torno de nossa planta favorita, queremos imediatamente nos livrar delas. Nossa plantinha ou flor é muito valiosa para permitirmos que sejam danificadas por algo que podemos controlar.

Nossa planta favorita é como o nosso caráter. Se nos esforçarmos para ser mais parecidos com o nosso exemplo perfeito, se deixarmos nossa luz brilhar, fazendo todo o possível para servir ao Senhor e aos nossos irmãos, então os outros verão essas boas características. Mas se permitirmos que as ervas daninhas da carne floresçam, essas coisas também serão vistas: “Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7:20)

As ervas daninhas também produzem frutos que podem ser prejudiciais para os outros. Assim, as ervas daninhas representam o fruto da carne, enquanto que uma bela planta representa o fruto do espírito. Se apenas vemos ervas daninhas nas outras pessoas, então estamos nos concentrando somente nas faltas delas. Não é muito melhor admirarmos o crescimento e o desenvolvimento de seus frutos espirituais? E, naturalmente, a questão mais importante não é o que está acontecendo com os outros, mas sim “o que está crescendo no nosso jardim?”

Que as ervas daninhas são capazes de produzir frutos que podem parecer atraentes é um resquício do Jardim do Éden. Quando Eva viu que a árvore do conhecimento do bem e do mal tinha um fruto encantador, era agradável aos olhos, era desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e deu a seu marido que também o comeu. (Gênesis 3:6)

Esta árvore não era uma erva daninha, mas Satanás usou algo que era perfeito para seduzir Eva com suas mentiras. Quantas vezes ele não fez isso conosco, e depois nos arrependemos de nossas ações? Satanás pode facilmente nos induzir a achar que as ervas daninhas que são aceitáveis para o mundo merecem a nossa atenção, mesmo sabendo que elas não são aceitáveis aos olhos do Senhor.

Satanás quer nos levar para fora do caminho estreito em que nos comprometemos a andar, para nos levar para longe de Deus. Se deixarmos que Satanás influencie nossa mente e pensamento, ele pode facilmente nos convencer a fazer a coisa errada. Se não o determos, isso pode ser fatal. Mas graças ao nosso Pai Celestial e às suas ternas misericórdias; podemos ir ter com ele imediatamente em oração para pedir perdão. Temos um advogado em tempos de necessidade.

Heracleum gigante produz flores que parecem atraentes, mas não devemos ficar muito próximo delas. Sua seiva é tóxica para a pele e pode causar bolhas dolorosas, quando expostas à luz solar, as quais podem desenvolver-se em cicatrizes roxas e enegrecidas. Pode até ser necessário ir para o hospital. Uma gota dessa seiva nos olhos pode causar cegueira temporária ou mesmo permanente. Assim, o que pode parecer bom e aceitável no mundo pode ser extremamente tóxico para o nosso crescimento espiritual.

Variedades de ervas daninhas
Assim como existem muitos tipos de ervas daninhas, o mesmo pode ser dito para o pecado. Paulo cita alguns deles: “Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são fornicação, impureza, conduta desenfreada, idolatria, prática de espiritismo, inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas, divisões, seitas, invejas, bebedeiras, festanças e coisas semelhantes a estas. Quanto a tais coisas, aviso-vos de antemão, do mesmo modo como já vos avisei de antemão, de que os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus.” (Gálatas 5:19-21)

Observe o verbo “praticar”. Praticar significa fazer algo vez após vez até que se torne uma rotina, um hábito, um modo de vida. Paulo diz que devemos fazer todo o possível para não fazer essas coisas! Devemos desarraigar tais práticas.

Em seguida, ele enumera as coisas que devemos praticar: “Por outro lado, os frutos do espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio. Contra tais coisas não há lei. Além disso, os que pertencem a Cristo Jesus pregaram na estaca a carne com as suas paixões e desejos. Se estamos vivendo por espírito, continuemos também a andar ordeiramente por espírito.” (Gálatas 5:22-25)

Pedro acrescentou a paciência e o amor fraternal. Ele também expressou o quão importante é para nós praticarmos essas coisas com diligência, pois “se persistirdes em fazer estas coisas, de nenhum modo falhareis jamais.” (2 Pedro 1:10)

O coração é nosso jardim
Quando decidimos nos consagrar ao Senhor, percebemos que esta é uma das coisas que o Senhor mais deseja: “Dê-me o teu coração.” (Provérbios 23:26) O coração é o centro de nossas afeições, uma parte vital do nosso corpo. É o que o Senhor esquadrinha para determinar nossas intenções verdadeiras. É por isso que nós queremos viver as palavras do salmista: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos e vê se há algum caminho mau em mim e leva-me pelo caminho eterno.” (Salmo 139:23, 24) “Não me inclines o coração para algo mau, de modo a realizar atos notórios em iniquidade, com homens que praticam o que é prejudicial.” (Salmos 141:4)

Devemos fazer todo o possível para erradicar todas as ervas daninhas do pecado que possam surgir, pois dentro de nosso coração está a fonte da vida. Devemos criticamente inspecionar todos os motivos de nossa vida, porque é uma questão de vida ou morte. Pode significar receber a natureza divina no mais alto plano de existência, ou não. Tudo depende da nossa condição de coração: “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.” (Mateus 5:8)

Como Paulo escreveu: “Portanto, amados, visto que temos estas promessas, purifiquemo-nos de toda imundície da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade em temor de Deus.” (2 Coríntios 7:1) Se nosso Pai celestial olha para nosso coração, então temos de nos certificar de vigiar sobre ele. Nosso coração é como um jardim. Tudo o que plantamos lá vai crescer. Tratam-se de nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações. Devemos manter as ervas daninhas longe dele! Deixar que apenas uma delas cresça pode fazer com que o nosso jardim seja por fim tomado de ervas daninhas, impedindo tudo o mais de crescer.

Devemos cuidar o melhor possível de nosso jardim, tornando-o cada vez mais à imagem de Jesus. Esse é o tipo de jardim que nosso Pai celestial deseja. Ele quer ver frutos crescendo e amadurecendo em nós. Ele não quer ver outra coisa tomando seu lugar.

(Artigo de Rick Sconyers originalmente publicado em inglês na revista The Herald [O Arauto])

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